quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Amor



Em amor
Segue o poeta escrevendo em penas, as leves mesmos
Obras da descoberta que até então cobertas pelo medo
Conhece o conhecido teor da verdade
E de toda verdade escrita dança os sonhos agora conduzidos
Pelos pés reais da inteligência e pela liberdade de ser

Como é bom se ser, em amor
Ensaia, ensaia os loucos que também são poetas
Uma outra categoria mais criativa por transcender os lúcidos racionais
E nesse ponto, agitam como águas em chaleiras decididas a esparramar
Toda verdade de si mesmos
E assim, neste estado em que derramam os loucos as loucuras
Seguem os túneis de sócrates construídos em direção a si mesmos
E lá encontrando-se, dançam como loucos ao encontrar a entidade amor

E o amor
este que liberta, interpreta, realiza, estimula, meus deus ensina!!!
Diria até que loucos e piegas são os racionalistas que intitulam o amor na ordem do pieguismo
Pois não vem que no amor também há razão
A razão de ser por excelência a conexão com o divino se ser, o divino amar-se, o divino amor

Amar
Sempre foi substância plena para a perspectiva de deus em qualquer criação
Assim como o átomo que é pleno em substância amor
Transborda as galáxias de um amor icomensurável em transformações

E me parece que deus pede que o reconhecimento desta substância
Seja realizado passo a passo, tal como os intensos apreciadores da vida
Percebendo, reconhecendo, entendendo o divino nas lições mais pequenas
E assim, creio que é para saborear a intensidade única de cada experiência
Mais isto, por amor, com o amor e sendo amor


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